Veja o conteúdo da palestra para profissionais de RH e empresários, proferida no SESI NF em 24/03/10, com o seguinte tema: Reologia no mundo corporativo?
Para baixar os slides em PPS acesse o link abaixo.
http://www.4shared.com/file/248548612/ded7fb48/Reologia_no_mundo_corporativo_.html
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Mc Ford T
Mc Ford T
No início do século XX, Henry Ford fez um grande sucesso com sua, ainda hoje utilizada, linha de montagem. Os carros passaram a ser produzidos muito mais rapidamente que nos concorrentes, contudo, todos os carros eram pretos com o pretexto da redução de custos. Sloan da GM assumiu a liderança produzindo carros com várias cores.
Em meados da década de 50, foi criado o Mc Donald, fruto da visão de Ray Kroc que propôs uma franquia do restaurante dos irmãos Dick e Maurice McDonald donos de uma casa super eficiente. O McDonald, nos formatos que conhecemos, chegou ao Brasil no final da década de 70. Como mérito o conceito de fila única e de linha de produção. Hoje é a maior cadeia de “restaurantes” do planeta, atendendo cerca de 18 bilhões de pessoas em todo mundo.
O modelo, idêntico ao de Henry Ford, se mostrou vigoroso e muitos empresários passaram a ser franqueados desse negócio. Muito bom comer uma batata frita com sabor muito parecido em qualquer parte do mundo. Contudo o mundo mudou e com essa mudança, mudaram, também, os hábitos alimentares.
A partir de meados dos anos 90 o conceito de inovação e sua aplicação subiram o pódio das organizações. Inovar é preciso, eis o mantram do século XXI. Com essa nova visão os próprios conceitos de marketing passaram a ser questionados.
As montadoras, ainda antes dos anos 90, passaram a criar um leque de opções de acessórios para escolha dos clientes. Um grande avanço: produzir em escala e personalizar o produto para o cliente. Eis o desafio da atualidade.
Recentemente tivemos um grande exemplo desse novo conceito em ação: o iGoogle. Milhões de pessoas possuem a opção de personalizar o buscador mais utilizado no mundo. Para quem não sabe, é possível personalizar o tema (que se altera ao longo do dia) e dos conteúdos que irão compor a “sua” página. O conceito: produzir em escala, de forma customizada e com controle dos custos, cada vez mais passa a ser aplicado. O consumidor de hoje é mais exigente e a inovação com vistas a fidelidade dos clientes, passa a ser o palco de batalha dos estrategistas de marketing.
Bem... o que será dos formatos de negócios baseados no Mc Ford T? Quem viver verá!
No início do século XX, Henry Ford fez um grande sucesso com sua, ainda hoje utilizada, linha de montagem. Os carros passaram a ser produzidos muito mais rapidamente que nos concorrentes, contudo, todos os carros eram pretos com o pretexto da redução de custos. Sloan da GM assumiu a liderança produzindo carros com várias cores.
Em meados da década de 50, foi criado o Mc Donald, fruto da visão de Ray Kroc que propôs uma franquia do restaurante dos irmãos Dick e Maurice McDonald donos de uma casa super eficiente. O McDonald, nos formatos que conhecemos, chegou ao Brasil no final da década de 70. Como mérito o conceito de fila única e de linha de produção. Hoje é a maior cadeia de “restaurantes” do planeta, atendendo cerca de 18 bilhões de pessoas em todo mundo.
O modelo, idêntico ao de Henry Ford, se mostrou vigoroso e muitos empresários passaram a ser franqueados desse negócio. Muito bom comer uma batata frita com sabor muito parecido em qualquer parte do mundo. Contudo o mundo mudou e com essa mudança, mudaram, também, os hábitos alimentares.
A partir de meados dos anos 90 o conceito de inovação e sua aplicação subiram o pódio das organizações. Inovar é preciso, eis o mantram do século XXI. Com essa nova visão os próprios conceitos de marketing passaram a ser questionados.
As montadoras, ainda antes dos anos 90, passaram a criar um leque de opções de acessórios para escolha dos clientes. Um grande avanço: produzir em escala e personalizar o produto para o cliente. Eis o desafio da atualidade.
Recentemente tivemos um grande exemplo desse novo conceito em ação: o iGoogle. Milhões de pessoas possuem a opção de personalizar o buscador mais utilizado no mundo. Para quem não sabe, é possível personalizar o tema (que se altera ao longo do dia) e dos conteúdos que irão compor a “sua” página. O conceito: produzir em escala, de forma customizada e com controle dos custos, cada vez mais passa a ser aplicado. O consumidor de hoje é mais exigente e a inovação com vistas a fidelidade dos clientes, passa a ser o palco de batalha dos estrategistas de marketing.
Bem... o que será dos formatos de negócios baseados no Mc Ford T? Quem viver verá!
Viagem Nordeste - 10 a 18 de Janeiro de 2010
10 e 11 de Janeiro
Dia 10 voltamos para Pitangui..... precisava descer de aerobunda. Fui!
Vale a pena conhecer a Lagoa de Pitangui.
Dia 11 fomos para PIPA, linda, linda, linda. A Praia do Centro tem muitas pedras, a dos golfinhos... linda D+. Hotel para 3 na rua principal (Hotel Praiana)- R$ 180,00. O serviço na praia deixa muito a desejar - caro e lento. Jantamos num retaurante japonês, bom, bonito e barato. Não tinha peixe cru: pena.
Dia 12 - destino João Pessoa. Fomos pelo litoral sul, praias lindas, travessia de balsa (R$ 7,00)
Os hotéis estavam todos lotados, foi um estresse conseguir vaga. Depois de muitos "está lotado" ficamos no Costa do Atlântico, beira da praia, muito legal. Muitas algas em JP.
Dia 13 - Porto de Galinhas PE - ficamos na Praia de Maracaípe na pousada no mesmo nome (R$ 140,00). Fomos no berçario dos cavalos-marinhos, no Pontal de Maracaípe. A jangada saíu por R$ 10,00 por cabeça. No dia seguite saímos de bugre (R$ 150,00) comi um sururu na praia de Muros Altos,uma delícia...mas, ele está me levando ao trono até hoje! O último dia foi reservado para ir nas piscinas naturais de Porto.......choveu! Só voltando para ver...rsrsrs
Dia 16 - Destino Maceió - ligamos de vesoera para trocentos hotéis e pousadas - tudo cheio! Ficamos por R$ 160,00 no Hotel Lagoas - não use! Muito RUIM!
Dia 17 - Começamos a descer o litoral sul para Aracajú. Estavamos próximos da Praia do Francês quando um acidente na estrada fez nosso carro superaquecer. Quatro horas esperando o reboque. Carro na concessionária e hotel por conta da seguradora - Hotel Jatiúca (R$ 576,00). Tive que sinalizar o primeiro dia, estou esperando o reembolso. Espero que não demore. Hoje - 18/01 na psicina do hotel estou aguardando a posição da fiat. Viva o seguro! A gasolina de Maceió varia de 2,70 a 2,90 e foi a mais cara da viagem.
As fotos serão postadas no orkut.
Dia 10 voltamos para Pitangui..... precisava descer de aerobunda. Fui!
Vale a pena conhecer a Lagoa de Pitangui.
Dia 11 fomos para PIPA, linda, linda, linda. A Praia do Centro tem muitas pedras, a dos golfinhos... linda D+. Hotel para 3 na rua principal (Hotel Praiana)- R$ 180,00. O serviço na praia deixa muito a desejar - caro e lento. Jantamos num retaurante japonês, bom, bonito e barato. Não tinha peixe cru: pena.
Dia 12 - destino João Pessoa. Fomos pelo litoral sul, praias lindas, travessia de balsa (R$ 7,00)
Os hotéis estavam todos lotados, foi um estresse conseguir vaga. Depois de muitos "está lotado" ficamos no Costa do Atlântico, beira da praia, muito legal. Muitas algas em JP.
Dia 13 - Porto de Galinhas PE - ficamos na Praia de Maracaípe na pousada no mesmo nome (R$ 140,00). Fomos no berçario dos cavalos-marinhos, no Pontal de Maracaípe. A jangada saíu por R$ 10,00 por cabeça. No dia seguite saímos de bugre (R$ 150,00) comi um sururu na praia de Muros Altos,uma delícia...mas, ele está me levando ao trono até hoje! O último dia foi reservado para ir nas piscinas naturais de Porto.......choveu! Só voltando para ver...rsrsrs
Dia 16 - Destino Maceió - ligamos de vesoera para trocentos hotéis e pousadas - tudo cheio! Ficamos por R$ 160,00 no Hotel Lagoas - não use! Muito RUIM!
Dia 17 - Começamos a descer o litoral sul para Aracajú. Estavamos próximos da Praia do Francês quando um acidente na estrada fez nosso carro superaquecer. Quatro horas esperando o reboque. Carro na concessionária e hotel por conta da seguradora - Hotel Jatiúca (R$ 576,00). Tive que sinalizar o primeiro dia, estou esperando o reembolso. Espero que não demore. Hoje - 18/01 na psicina do hotel estou aguardando a posição da fiat. Viva o seguro! A gasolina de Maceió varia de 2,70 a 2,90 e foi a mais cara da viagem.
As fotos serão postadas no orkut.
sábado, 9 de janeiro de 2010
08 e 09 de janeiro
Dia 08/01/10
Fomos para o litoral sul de Natal. O dia estava nublado e ventava muito, aliás essa é uma constante por aqui.
Destaques: Baía dos Golfinhos e Camurupim - praia calma e linda com pouca (ou nenhuma) estrutura.
Búzios, no caminho de Camurupim, é um lugarejo com construções que lembram Búzios RJ dos anos 80.
Passamos por Pirangi onde está o maior cajueiro do planeta. Não paramos porque estava lotado.
Passeio agradável.
Dia 09/01/10
Voltamos a Pitangui.
Primeiro um solzinho na praia e depois fomos para o Bar da Lagoa.
Como tinha amarelado anteriormente, dessa vez subi as escadarias do esqui bunda (tiroleza)e saltei. Muito show.
Dica: Na volta, depois de Genipabu, siga as placas para Redinha, a placa que indica Natal dá uma volta gigante e para quem não conhece é se perder na certa.
A noite fomos ao Midway Mall que é o 4o. maior shopping do Brasil. A praça de alimentação é maior que o primeiro piso do Cadima. Comemos no Giraffas, a picanha estava gostosa e com preço honesto.
Dia 11 estamos partindo para Pipa (litoral sul de Natal).
É preciso cuidado com os quebra-molas eles parecem que fazem parte das cidade e das estradas (inclusive a BR 116 e BR 101)
Fomos para o litoral sul de Natal. O dia estava nublado e ventava muito, aliás essa é uma constante por aqui.
Destaques: Baía dos Golfinhos e Camurupim - praia calma e linda com pouca (ou nenhuma) estrutura.
Búzios, no caminho de Camurupim, é um lugarejo com construções que lembram Búzios RJ dos anos 80.
Passamos por Pirangi onde está o maior cajueiro do planeta. Não paramos porque estava lotado.
Passeio agradável.
Dia 09/01/10
Voltamos a Pitangui.
Primeiro um solzinho na praia e depois fomos para o Bar da Lagoa.
Como tinha amarelado anteriormente, dessa vez subi as escadarias do esqui bunda (tiroleza)e saltei. Muito show.
Dica: Na volta, depois de Genipabu, siga as placas para Redinha, a placa que indica Natal dá uma volta gigante e para quem não conhece é se perder na certa.
A noite fomos ao Midway Mall que é o 4o. maior shopping do Brasil. A praça de alimentação é maior que o primeiro piso do Cadima. Comemos no Giraffas, a picanha estava gostosa e com preço honesto.
Dia 11 estamos partindo para Pipa (litoral sul de Natal).
É preciso cuidado com os quebra-molas eles parecem que fazem parte das cidade e das estradas (inclusive a BR 116 e BR 101)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Aquário e Pitangui
Fomos hoje, 07/01/09, ao Aquário de Natal (R$ 10,00). Muito legal... vários aquários de diversos tamanhos, sendo um deles com tubarões lixa. Na área central "um lago" com 2 tubarões lixas onde foi possível acariciá-los. D+.
Íamos para o Parque Aquático Ma-noa, mas não foi possível por causa da tão falada sinalização(só na área central ela é boa). Claro que nos perdemos!
Ótimo! Descobrimos um paraíso: Praia e lagoa do Pitangui. A praia é mansa e linda, formando piscinas por conta dos arrecifes, contudo falta estrutura de apoio, entenda-se bar, as barracas que existem são muito fraquinhas.
Depois fomos a lagoa, no meio das dunas uma lagoa com um bar chamado Oásis das Dunas com uma ótima infrestrutura. As cadeiras e mesas ficam dentro dágua, juntamente com os barrigudinhos que insistem em beliscar os pés. Comida ótima (polvo a R$20,00 e iscas de peixes por R$ 28,00, cerveja por R$ 3,00 e esquibunda - que não tive coragem de "saltar" por R$ 7,00). Vale a pena conhecer! Se for possível, pretendo voltar. Agora 18:30h (horário de Natal) vamos ao shopping Midway mall o quarto maior do país.
Até breve com novas dicas sobre o nordeste.
PS.: As fotos serão postadas no orkut.
Íamos para o Parque Aquático Ma-noa, mas não foi possível por causa da tão falada sinalização(só na área central ela é boa). Claro que nos perdemos!
Ótimo! Descobrimos um paraíso: Praia e lagoa do Pitangui. A praia é mansa e linda, formando piscinas por conta dos arrecifes, contudo falta estrutura de apoio, entenda-se bar, as barracas que existem são muito fraquinhas.
Depois fomos a lagoa, no meio das dunas uma lagoa com um bar chamado Oásis das Dunas com uma ótima infrestrutura. As cadeiras e mesas ficam dentro dágua, juntamente com os barrigudinhos que insistem em beliscar os pés. Comida ótima (polvo a R$20,00 e iscas de peixes por R$ 28,00, cerveja por R$ 3,00 e esquibunda - que não tive coragem de "saltar" por R$ 7,00). Vale a pena conhecer! Se for possível, pretendo voltar. Agora 18:30h (horário de Natal) vamos ao shopping Midway mall o quarto maior do país.
Até breve com novas dicas sobre o nordeste.
PS.: As fotos serão postadas no orkut.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Natal - 5 e 6 de janeiro de 2010
Natal, 05/01/10
Fomos a praia da Ponta Negra, cartão postal de Natal.
Algas estavam tomando boa parte da praia, tornando-a escura na arrebentação e verde após. Mesmo assim, lindo demais.
A tarde demos umas voltas de carro.
Falta lixeira na cidade.
A sinalização na via costeira está excelente, passamos pela ponte nova. Show!
Natal, 06/01/10
Fomos ao Forte dos Reis Magos (3,5KM), hoje é feriado local por conta do dia de reis. A estrutura turística está excelente, incluindo guia que nós dispensamos. A maré estava baixa e o visual em alta (veja fotos no orkut).
Depois fomos a Genipabu ou Jenipabu (nem as placas de sinalização se entendem). A praia fica pertinho, menos de 20 KM.
Praia ótima com uma super estrutura turísca, mesmo que um pouco amadora. Charretes, cavalos, turistas, jangadas, bugres,nativos, dromedários e sei lá mais o que.
Andei de jangada (R$ 20,00) e, claro, de dromedário (R$ 30,00). O bugre foi dispensado pois achamos caro (de Natal até as dunas - R$ 400,00 para 4 pessoas ou no local por R$ 160,00 - cerca de 2 horas).
Zezé se "sentiu" andando de dromedário. Fiquei feliz em vê-la tão alegre.
A volta foi complicada, a tão elogiada sinalização nos confundiu e fizemos um tour forçado pela cidade. Tudo bem... nem tudo é perfeito.
Não tivemos ainda nehum dia de sol forte e constante. Mesmo assim o "couro" está reclamando.
Fomos a praia da Ponta Negra, cartão postal de Natal.
Algas estavam tomando boa parte da praia, tornando-a escura na arrebentação e verde após. Mesmo assim, lindo demais.
A tarde demos umas voltas de carro.
Falta lixeira na cidade.
A sinalização na via costeira está excelente, passamos pela ponte nova. Show!
Natal, 06/01/10
Fomos ao Forte dos Reis Magos (3,5KM), hoje é feriado local por conta do dia de reis. A estrutura turística está excelente, incluindo guia que nós dispensamos. A maré estava baixa e o visual em alta (veja fotos no orkut).
Depois fomos a Genipabu ou Jenipabu (nem as placas de sinalização se entendem). A praia fica pertinho, menos de 20 KM.
Praia ótima com uma super estrutura turísca, mesmo que um pouco amadora. Charretes, cavalos, turistas, jangadas, bugres,nativos, dromedários e sei lá mais o que.
Andei de jangada (R$ 20,00) e, claro, de dromedário (R$ 30,00). O bugre foi dispensado pois achamos caro (de Natal até as dunas - R$ 400,00 para 4 pessoas ou no local por R$ 160,00 - cerca de 2 horas).
Zezé se "sentiu" andando de dromedário. Fiquei feliz em vê-la tão alegre.
A volta foi complicada, a tão elogiada sinalização nos confundiu e fizemos um tour forçado pela cidade. Tudo bem... nem tudo é perfeito.
Não tivemos ainda nehum dia de sol forte e constante. Mesmo assim o "couro" está reclamando.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Nova Friburgo RJ - Natal RN (Diário)
Nova Friburgo RJ - Natal RN
1º. Dia – 02/01/10
Itinerário: Nova Friburgo RJ – Vitória da Conquista BA
Hora da saída: 4h15m
Distância percorrida: 993 km
Hora de Chegada: 18h 30m
Estrada: BR 148 e BR 116
Condições da estrada:
BR 148 – Liga Rio Grandina a Além Paraíba – Pista ótima exceto o trecho que liga Rio Grandina, estrada para Mariana e uns 6km depois. Alguns trechos a pista cedeu e, claro, deram o jeitinho brasileiro. Pegamos um nevoeiro que nos atrasou cerca de 45 minutos, o previsto era demorar entre 1h 15m a 1h 30m – demoramos 2h.
BR 116 – Em linhas gerais, boa. Buracos ocasionais, exceto os primeiros quilômetros após Além Paraíba e entre o km 605 e 580 km – muito ruim. A estrada possui em sua quase totalidade a importante 3ª. Pista. Trafego intenso e infra-estrutura em todo trajeto (postos de gasolina, cidades, restaurantes, lanchonetes e banheiros mais ou menos). Um bom exemplo é o Posto da Rede Brasil (km 551 em Santa Bárbara do Leste). Nenhum pedágio até Vitória da Conquista na Bahia. Ficamos hospedados no Hotel da Rede Flecha: ótimo local, preços honestos (R$ 100,00 casal), beira de estrada, restaurante caro, típico dos restaurantes onde param os ônibus. Não é por acaso que a Rede Flecha roda 24 horas e é da Itapemirim. Uma dica: se possível faça reserva (fiquei surpreso com o número de hóspedes). Gasolina barata (R$ 2,40 a R$ 2,60 e álcool meio caro) e de boa qualidade.
Obs.: O Vinicius veio conosco, decisão de última hoa.
2º. Dia – 03/01/10
Itinerário previsto: Vitória da Conquista BA – Maceió AL
Itinerário Real: Vitória da Conquista BA – Palmares PE
Hora da saída: 4h 20m
Distância percorrida: 1109 km
Hora de Chegada: 20h
Estrada: BR 116 e BR 101
Condições da estrada:
BR 116 – Em linhas gerais, boa. Buracos ocasionais ao longo de todo o percurso (até Feira de Santana). A estrada possui em sua quase totalidade a 3ª. Pista. Trafego intenso e infra-estrutura em todo trajeto (postos de gasolina, cidades, restaurantes, lanchonetes e banheiros mais ou menos). Nenhum pedágio até Feira de Santana na Bahia.
BR 101 – O trecho entre Feira de Santana e Palmares não possui pedágio. A infraestrutura é péssima, poucos e distantes postos e nem todos são usáveis. A estrada está em manutenção com alguns trechos excelentes e outros ruins. Não fizemos reserva no Hotel da Rede Flecha em Maceió (destino inicialmente programado) e....créu, ele estava lotado. A localização do hotel é boa, mas falta divulgação. Claro... nos perdemos. Já estava escurecendo (aqui escurece e amanhece cedo) e tínhamos duas opções: tentar algum hotel em Maceió ou seguir em frente por mais 95 Km para nos hospedarmos em Palmares. Optamos pela segunda. A estrada estava relativamente boa até próximo da divisa com Pernambuco, daí em diante.... caraca! No início da BR 101 em Pernambuco um trecho que, até então, foi o campeão dos buracos e estradas ruins. O trecho curto demorou uma eternidade, quase me arrependi da escolha feita. Em Palmares ficamos hospedados no Hotel Luar Palace, no centro. Diárias de R$ 70,00 o casal e um café da manhã caprichado. Comemos uma pizza no centro da simpática cidade. Minha impressão da BR 101: um ótimo lugar para se investir – falta tudo! A propósito, tiramos uma foto do por do sol à caminho de Maceió, simplesmente demais. Nessa noite apaguei antes de fechar os olhos. Rsrsrsrsrs. Choveu em parte do percurso.
3º. Dia – 04/01/10
Itinerário previsto: Maceió AL – Natal RN
Itinerário Real: Palmares PE – Natal RN
Hora da saída: 7h 30m
Distância percorrida: 416 km
Hora de Chegada: 13h
Estrada: BR 101
Condições da estrada:
BR 101 – A rodovia está em manutenção, no futuro Pernambuco, Paraíba e o Rio Grande do Norte devem ter uma das melhores rodovias do país – as pistas estão sendo duplicadas. No Rio Grande do Norte o exército está ajudando na construção (dinheiro público bem empregado). A infraestrutura é péssima, poucos e distantes postos e nem todos são usáveis. Menção honrosa para o banheiro do posto de Goiana (divisa PE e RN). Uma dica: não fique com pouco combustível na BR 101. Choveu em alguns trechos. Fiquei impressionado com o transito e o desrespeito dos motoristas na periferia de Recife – PUTZ! Cuidado com a mudança de pista (retorno para BR 101) para Natal, a sinalização é precária.
Natal: Continua linda. Cresceu demais comparado com última vez que aqui estive (final dos anos 70 ou início dos anos 80 - só existiam poucos prédios). Está muito bem sinalizada. Estamos hospedados no bairro de Ponta Negra no Flat Encanto – muito agradável, 400 metros da praia e com ótimo preço (R$ 100,00 – fechamos antecipadamente por R$ 90,00) . Almoçamos na orla. O site do flat é www.flatencanto.com.br. Amanhã devemos ficar por aqui e conhecer a cidade. Depois as praias do norte. Vi duas fotos da praia de Ponta Negra: uma em 63 (quase deserta) e outra em 97 um pouco mais habitável. Creio que o boom do local se deu a partir dessa data. O crescimento da cidade é visível.
PS.: Amanhã vou postar algumas fotos no orkut
1º. Dia – 02/01/10
Itinerário: Nova Friburgo RJ – Vitória da Conquista BA
Hora da saída: 4h15m
Distância percorrida: 993 km
Hora de Chegada: 18h 30m
Estrada: BR 148 e BR 116
Condições da estrada:
BR 148 – Liga Rio Grandina a Além Paraíba – Pista ótima exceto o trecho que liga Rio Grandina, estrada para Mariana e uns 6km depois. Alguns trechos a pista cedeu e, claro, deram o jeitinho brasileiro. Pegamos um nevoeiro que nos atrasou cerca de 45 minutos, o previsto era demorar entre 1h 15m a 1h 30m – demoramos 2h.
BR 116 – Em linhas gerais, boa. Buracos ocasionais, exceto os primeiros quilômetros após Além Paraíba e entre o km 605 e 580 km – muito ruim. A estrada possui em sua quase totalidade a importante 3ª. Pista. Trafego intenso e infra-estrutura em todo trajeto (postos de gasolina, cidades, restaurantes, lanchonetes e banheiros mais ou menos). Um bom exemplo é o Posto da Rede Brasil (km 551 em Santa Bárbara do Leste). Nenhum pedágio até Vitória da Conquista na Bahia. Ficamos hospedados no Hotel da Rede Flecha: ótimo local, preços honestos (R$ 100,00 casal), beira de estrada, restaurante caro, típico dos restaurantes onde param os ônibus. Não é por acaso que a Rede Flecha roda 24 horas e é da Itapemirim. Uma dica: se possível faça reserva (fiquei surpreso com o número de hóspedes). Gasolina barata (R$ 2,40 a R$ 2,60 e álcool meio caro) e de boa qualidade.
Obs.: O Vinicius veio conosco, decisão de última hoa.
2º. Dia – 03/01/10
Itinerário previsto: Vitória da Conquista BA – Maceió AL
Itinerário Real: Vitória da Conquista BA – Palmares PE
Hora da saída: 4h 20m
Distância percorrida: 1109 km
Hora de Chegada: 20h
Estrada: BR 116 e BR 101
Condições da estrada:
BR 116 – Em linhas gerais, boa. Buracos ocasionais ao longo de todo o percurso (até Feira de Santana). A estrada possui em sua quase totalidade a 3ª. Pista. Trafego intenso e infra-estrutura em todo trajeto (postos de gasolina, cidades, restaurantes, lanchonetes e banheiros mais ou menos). Nenhum pedágio até Feira de Santana na Bahia.
BR 101 – O trecho entre Feira de Santana e Palmares não possui pedágio. A infraestrutura é péssima, poucos e distantes postos e nem todos são usáveis. A estrada está em manutenção com alguns trechos excelentes e outros ruins. Não fizemos reserva no Hotel da Rede Flecha em Maceió (destino inicialmente programado) e....créu, ele estava lotado. A localização do hotel é boa, mas falta divulgação. Claro... nos perdemos. Já estava escurecendo (aqui escurece e amanhece cedo) e tínhamos duas opções: tentar algum hotel em Maceió ou seguir em frente por mais 95 Km para nos hospedarmos em Palmares. Optamos pela segunda. A estrada estava relativamente boa até próximo da divisa com Pernambuco, daí em diante.... caraca! No início da BR 101 em Pernambuco um trecho que, até então, foi o campeão dos buracos e estradas ruins. O trecho curto demorou uma eternidade, quase me arrependi da escolha feita. Em Palmares ficamos hospedados no Hotel Luar Palace, no centro. Diárias de R$ 70,00 o casal e um café da manhã caprichado. Comemos uma pizza no centro da simpática cidade. Minha impressão da BR 101: um ótimo lugar para se investir – falta tudo! A propósito, tiramos uma foto do por do sol à caminho de Maceió, simplesmente demais. Nessa noite apaguei antes de fechar os olhos. Rsrsrsrsrs. Choveu em parte do percurso.
3º. Dia – 04/01/10
Itinerário previsto: Maceió AL – Natal RN
Itinerário Real: Palmares PE – Natal RN
Hora da saída: 7h 30m
Distância percorrida: 416 km
Hora de Chegada: 13h
Estrada: BR 101
Condições da estrada:
BR 101 – A rodovia está em manutenção, no futuro Pernambuco, Paraíba e o Rio Grande do Norte devem ter uma das melhores rodovias do país – as pistas estão sendo duplicadas. No Rio Grande do Norte o exército está ajudando na construção (dinheiro público bem empregado). A infraestrutura é péssima, poucos e distantes postos e nem todos são usáveis. Menção honrosa para o banheiro do posto de Goiana (divisa PE e RN). Uma dica: não fique com pouco combustível na BR 101. Choveu em alguns trechos. Fiquei impressionado com o transito e o desrespeito dos motoristas na periferia de Recife – PUTZ! Cuidado com a mudança de pista (retorno para BR 101) para Natal, a sinalização é precária.
Natal: Continua linda. Cresceu demais comparado com última vez que aqui estive (final dos anos 70 ou início dos anos 80 - só existiam poucos prédios). Está muito bem sinalizada. Estamos hospedados no bairro de Ponta Negra no Flat Encanto – muito agradável, 400 metros da praia e com ótimo preço (R$ 100,00 – fechamos antecipadamente por R$ 90,00) . Almoçamos na orla. O site do flat é www.flatencanto.com.br. Amanhã devemos ficar por aqui e conhecer a cidade. Depois as praias do norte. Vi duas fotos da praia de Ponta Negra: uma em 63 (quase deserta) e outra em 97 um pouco mais habitável. Creio que o boom do local se deu a partir dessa data. O crescimento da cidade é visível.
PS.: Amanhã vou postar algumas fotos no orkut
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Criando Magia

Síntese do Livro:
Criando Magia
Lee Cockereel
Editora Sextante, 2009
Lee Cockereel foi Vice-Presidente Executivo, Operações da Walt Disney Word Resort
Estratégias de Liderança – Importante:
Membros do Elenco = colaboradores
Convidados = visitantes (clientes)
“Cuide delas (as pessoas) e elas cuidarão dos seus negócios não só porque é uma obrigação, mas porque desejarão isso.”
Estratégia 1: Lembre-se de que todos são importantes:
“O princípio + importante é a INCLUSÃO (RAVE).
RAVE = Respeitar, Apreciar e Valorizar as pessoas (value everyone)
Dicas:
• Deixe claro que todos são importantes;
• Conheça sua equipe;
• Permita que sua equipe conheça você;
• Cumprimente as pessoas com sinceridade;
• Ouça e procure compreender;
• Considere todos os membros do elenco;
• Esteja disponível;
• Comunique-se de forma clara, direta e sincera;
• Defenda os excluídos;
• Delegue;
• Planeje a cultura;
• Trate seu elenco como quer que seus convidados sejam tratados.
Estratégia 2: Quebre o Molde
“Repense a estrutura organizacional.”
“Ela deve: ajudar a controlar custos, maximizar eficiência, otimizar o processo decisório, aumentar a satisfação dos colaboradores e fomentar a criatividade e inovação.”
Dicas:
• Deixe claro quem é responsável pelo quê;
• Responsabilidade e autoridade devem estar juntas;
• Torne a estrutura mais horizontal;
• Elimine o excesso de trabalho;
• Repense a estrutura das reuniões;
• Todos podem assumir a responsabilidade pelas mudanças;
• Assuma riscos;
• Enfrente a resistência;
• Não tente vencer todas as batalhas;
• Seu trabalho nunca termina completamente.
Estratégia 3: Faça da sua equipe sua marca registrada
“Não importa quanto seus produtos e serviços sejam bons, uma empresa só alcança a autêntica excelência atraindo, desenvolvendo e mantendo profissionais excelentes.”
Dicas:
• Defina o candidato ideal (competências técnicas, administrativas, tecnológicas e de liderança);
• Não busque clones;
• Procure bons profissionais em áreas improváveis;
• Envolva a equipe no processo de seleção;
• Selecione pelo talento, não pelo cv;
• Deve ter facilidade de se integrar à equipe;
• Contrate pessoas mais hábeis e mais talentosas que você;
• Descreva o cargo em detalhes;
• Check pessoalmente os candidatos;
• Faça perguntas reveladoras;
• Estruture as entrevistas;
• Descubra o que importa de fato ao candidato;
• Peça que demonstre seus conhecimentos;
• Escolha o melhor e não o + disponível;
• Procure pessoas para capacitar e promover;
• Faça avaliações de desempenho;
• Saiba quando as vagas e talentos são incompatíveis;
• Demita com rapidez e delicadeza;
• Mantenha contato com os que saíram.
Estratégia 4: Crie magia por meio da capacitação
“Quando uma organização se sai tão bem em uma crise, é porque seus funcionários foram devidamente treinados.”
Dicas:
• Dê as pessoas um propósito, não só um emprego;
• Leve a sério seu papel de professor;
• Adote um conjunto de ações eficazes (cuide, observe, aja, comunique, ajude);
• Ensine dando exemplo;
• Ensine os princípios do serviço excelente (anexo 1);
• Treine o pessoal para Momentos Mágicos e Cinco Minutinhos (anexo 2);
• Comunique-se constantemente;
• Dê feedback de forma imediata e eficaz.
Estratégia 5: Elimine inconvenientes
“Mesmo profissionais capacitados atuando em um ótimo ambiente não conseguem criar magia se não puderem contar com processos bem ajustados que lhes dêem condições de realizar um bom trabalho.”
Dicas:
• Pergunte o que em vez de quem;
• Ouça os clientes;
• Veja o que está dando certo e o que não está;
• Sonde constantemente seus funcionários;
• Aproveite as soluções apresentadas pelos funcionários;
• Realize intercambio de auditorias;
• Esteja a par das novas tecnologias;
• Examine seus processos pessoais;
• Prepare-se para enfrentar resistência;
• Avalie as mudanças realizadas.
Estratégia 6: Saiba a verdade
“Não importa qual é a sua área de atuação: se você aspira uma liderança excelente, precisa conhecer todos os fatos relativos ao seu negócio.”
Dicas:
• Circule regularmente pela empresa;
• Adquira uma visão básica de seu negócio;
• Mantenha encontros regulares com seus colaboradores diretos;
• Forme grupos pequenos;
• Faça com que se sintam seguros;
• Investigue a história completamente;
• Responda às perguntas cabeludas;
• Peça opiniões formais sobre você;
• Avalie constantemente seus gastos.
Estratégia 7: Use um combustível grátis
“Expressar meu reconhecimento às pessoas que trabalham comigo tornou-se uma de minhas principais prioridades.”
Dicas:
• Passe um tempo de qualidade com os funcionários;
• Saiba o nome dos funcionários;
• Flagre-os fazendo algo bom;
• Torne o reconhecimento público;
• Inclua as famílias;
• Reconheça e incentive boas idéias;
• Dê ARE (apreço, reconhecimento e estímulo) extra aos funcionários da linha de frente;
• Transforme ARE em parte de sua rotina;
• Cuidado com o linguajar. As palavras fazem diferença
Estratégia 8: Mantenha-se na dianteira
“Em tempos de mudanças drásticas, são os aprendizes que herdarão o futuro.
Os instruídos geralmente se encontram preparados para viver em um mundo que não existe mais.”
“Líderes precisam ser aprendizes durante toda vida.”
Dicas:
• Absorva conhecimentos como uma esponja;
• Preencha lacunas em seu conhecimento;
• Domine as tarefas de administração;
• Aprenda com os melhores;
• Aprenda com os concorrentes;
• Mantenha contato com seus colegas;
• Estude sua base de clientes;
• Siga os indicadores;
• Expanda seus horizontes;
• Faça com que sua equipe se destaque.
Estratégia 9: Cuidado com aquilo que você diz e faz
“Lee, cuidado com o que você disser e fizer hoje. Todos estão observando e julgando você.”
Dicas:
• Demonstre paixão pela sua missão;
• Faça o que for preciso para realizar o trabalho;
• Estabeleça padrões altos de desempenho;
• Tenha uma atitude positiva;
• Apresente-se e comporte-se como um profissional;
• Seja profissional em tempo integral;
• Não perca o senso de humor;
• Seja um ótimo parceiro;
• Não perca a modéstia.
Estratégia 10: Desenvolva o caráter
“Como líderes, todos os dias nos vemos diante de decisões morais e éticas difíceis. Precisamos saber no que acreditamos e estar preparados para agir do modo certo.”
Dicas:
• Preveja dilemas éticos;
• Viva segundo seus valores (na Disney são:
a) Sinceridade. Lidar uns com os outros de forma honesta.
b) Integridade. Agir de maneira coerente com as próprias palavras e crenças.
c) Respeito. Tratar as pessoas com atenção e consideração.
d) Coragem. Buscar, com energia e perseverança, aquilo em que acredita.
e) Abertura. Compartilhar informações livremente.
g) Diversidade. Buscar, valorizar e respeitar as diferenças entre os colegas do Elenco.
h) Equilíbrio. Procure ter estabilidade e vitalidade)
• Treine o caráter, não só aptidões técnicas;
• Ensine seus valores.
Anexo 1 – Serviço Excelente
Sete Diretrizes de Atendimento aos Convidados
Seja como Soneca... crie SONHOS e preserve a experiência “MÁGICA” dos Convidados!
Não seja como Dunga... agradeça aos Convidados!
Não seja Zangado... exiba uma linguagem corporal apropriada a todo momento!
Seja como o Mestre... normalize o serviço imediatamente!
Não seja como Dengoso... procure contato com o Convidado!
Seja como Atchim... cumprimente todos os Convidados e lhes dê boas-vindas. Espalhe o espírito da Hospitalidade... É contagiante!
Seja Feliz... faça contato visual e sorria!
Anexo 2 – Momentos Mágicos e Cinco Minutinhos
Momentos Mágicos:
“São eventos planejados para envolver os Convidados e tornar sua experiência mais especial”
Ex.: Uma família da fila é escolhida para abrir oficialmente o parque e uma de suas crianças faz o anúncio.
Cinco Minutinhos:
“O Elenco foi preparado para aproveitar oportunidades de fazer algo especial para os Convidados”
Ex.: trocar gratuitamente um sorvete que tenha caído no chão.
domingo, 10 de maio de 2009
Dicas para criar e inovar
Dicas para criar e inovar
Todo tempo é tempo de criar e inovar, contudo, em tempos bicudos pode ser a linha que separa o sucesso do fracasso.
Nunca é demais lembrar que o ciclo de vida dos produtos está cada vez mais curto, o que exige um esforço maior para lançar novos produtos e serviços no mercado.
O artigo está divido em duas partes: a primeira trata das atitudes dos colaboradores, a segunda foca as empresas.
Dicas para os colaboradores:
• Evite a rotina, mude o trajeto para o trabalho, escola ou residência e outras coisas que você faz sempre da mesma forma;
• Observe as pessoas, lojas, propagandas durante o trajeto (escola, trabalho etc);
• Em casa e na escola (e se possível no trabalho) mude de lugar;
• Na solução de problemas procure olhar a situação com outros olhos, liberte-se de seus processos mentais habituais;
• Escute músicas de outros gêneros musicais;
• Repense sobre suas expectativas e forma de realizar seu trabalho;
• Não tenha medo de errar;
• Mude o canal de sua televisão;
• Mude sua atitude com relação ao novo;
• Descubra a alegria da mudança.
Dicas para as empresas:
• Estimule as novas idéias;
• Alimente os pensamentos críticos dos colaboradores;
• Formule prazos adequados para realização das atividades. Prazo apertado, habitualmente, inibe a criatividade;
• Administre o erro. Se ele é decorrente de uma tentativa de melhoria não deve ser punido;
• Ao invés de apenas cortar custos, identifique novas oportunidades de gerar receitas;
• Crie um banco de dados de idéias;
• De feedback para os colaboradores;
• Recompense as melhores idéias;
• Gerencie adequadamente os colaboradores com perfil criativo e inovador;
• Lidere pelo exemplo;
• Faça o que fala.
Claro que essas dicas não esgotam o assunto. Elas devem ser adaptadas e expandidas para cada caso.
Em tempos difíceis estimular a criatividade e a inovação é o melhor caminho para o sucesso.
Todo tempo é tempo de criar e inovar, contudo, em tempos bicudos pode ser a linha que separa o sucesso do fracasso.
Nunca é demais lembrar que o ciclo de vida dos produtos está cada vez mais curto, o que exige um esforço maior para lançar novos produtos e serviços no mercado.
O artigo está divido em duas partes: a primeira trata das atitudes dos colaboradores, a segunda foca as empresas.
Dicas para os colaboradores:
• Evite a rotina, mude o trajeto para o trabalho, escola ou residência e outras coisas que você faz sempre da mesma forma;
• Observe as pessoas, lojas, propagandas durante o trajeto (escola, trabalho etc);
• Em casa e na escola (e se possível no trabalho) mude de lugar;
• Na solução de problemas procure olhar a situação com outros olhos, liberte-se de seus processos mentais habituais;
• Escute músicas de outros gêneros musicais;
• Repense sobre suas expectativas e forma de realizar seu trabalho;
• Não tenha medo de errar;
• Mude o canal de sua televisão;
• Mude sua atitude com relação ao novo;
• Descubra a alegria da mudança.
Dicas para as empresas:
• Estimule as novas idéias;
• Alimente os pensamentos críticos dos colaboradores;
• Formule prazos adequados para realização das atividades. Prazo apertado, habitualmente, inibe a criatividade;
• Administre o erro. Se ele é decorrente de uma tentativa de melhoria não deve ser punido;
• Ao invés de apenas cortar custos, identifique novas oportunidades de gerar receitas;
• Crie um banco de dados de idéias;
• De feedback para os colaboradores;
• Recompense as melhores idéias;
• Gerencie adequadamente os colaboradores com perfil criativo e inovador;
• Lidere pelo exemplo;
• Faça o que fala.
Claro que essas dicas não esgotam o assunto. Elas devem ser adaptadas e expandidas para cada caso.
Em tempos difíceis estimular a criatividade e a inovação é o melhor caminho para o sucesso.
domingo, 5 de abril de 2009
Domingão do Faustão
Pasmem, o Domingão do Faustão também é cultura empresarial.
Pude observar nesse domingo, cheio de preguiça, algumas ações de marketing vendo tv.
A melhor de todas: A Garoto distribuiu ovos de Páscoa para todo o auditório (300 ovos).
Alguns foram convidados para conhecer a fábrica em Vitória. Show!
Acabei de me lembrar que em Cabo Frio e no Rio de Janeiro, em pleno verão de 2009 (todos os hotéis cheios) criaram um programação extensa para manter os turistas 1, 2, ou quem sabe uma semana mais. Resultado.... dinheiro em caixa.
Não observei nenhum outro fabricante de chocolate anunciando nessa época de grande consumo de ovos de Páscoa. Estão perdendo uma grande oportunidade
Por conta disso, nessa Páscoa vou comprar ovos de Páscoa da Garoto.
Voltando ao Faustão, claro, todos os blocos são patrocinados por alguma empresa.
Essa é uma tendência mundial.
Aquele anúncio no intervalo, cada vez fica menos caro.
Porque? Nessa hora vamos ao banheiro, beber água etc e aí, apesar da tv estar ligada, a audiência diminui muito.
Se estamos assistindo as vídeos cassetadas, por exemplo, dificilmente vamos sair da frente da telinha nesse momento... não é verdade?
A lição: o barato da vida não é o que você vê, e sim com que olhos você vê as coisas ao seu redor.
Pude observar nesse domingo, cheio de preguiça, algumas ações de marketing vendo tv.
A melhor de todas: A Garoto distribuiu ovos de Páscoa para todo o auditório (300 ovos).
Alguns foram convidados para conhecer a fábrica em Vitória. Show!
Acabei de me lembrar que em Cabo Frio e no Rio de Janeiro, em pleno verão de 2009 (todos os hotéis cheios) criaram um programação extensa para manter os turistas 1, 2, ou quem sabe uma semana mais. Resultado.... dinheiro em caixa.
Não observei nenhum outro fabricante de chocolate anunciando nessa época de grande consumo de ovos de Páscoa. Estão perdendo uma grande oportunidade
Por conta disso, nessa Páscoa vou comprar ovos de Páscoa da Garoto.
Voltando ao Faustão, claro, todos os blocos são patrocinados por alguma empresa.
Essa é uma tendência mundial.
Aquele anúncio no intervalo, cada vez fica menos caro.
Porque? Nessa hora vamos ao banheiro, beber água etc e aí, apesar da tv estar ligada, a audiência diminui muito.
Se estamos assistindo as vídeos cassetadas, por exemplo, dificilmente vamos sair da frente da telinha nesse momento... não é verdade?
A lição: o barato da vida não é o que você vê, e sim com que olhos você vê as coisas ao seu redor.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Você é intraempreendedor?
Você é intraempreendedor?
Você se considera um intraempreeendedor? Segundo a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), muito provavelmente você NÃO é!
“O projeto Global Entrepreneurship Monitor (GEM) no Brasil com-
pletou em 2008 nove anos de edição ininterrupta, constituindo-se em um
valioso acervo de informações que revelam detalhes sobre o comporta-
mento do empreendedor brasileiro. Com dados estatísticos comparados
com mais de 60 países participantes do projeto, a pesquisa contempla in-
formações que avaliam o processo de abertura de um empreendimento e
suas características, gerando índices que revelam tendências econômicas
e sociais que podem ser determinantes para tomadas de decisões.
Panorama mundial do Empreendedorismo em 2008
O Brasil ocupou a 13ª posição no ranking mundial de empreendedo-
rismo realizado pelo Global Entrepreneurship Monitor em 2008. A Taxa de
Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira foi de 12,02 o que sig-
nifica que de cada 100 brasileiros 12 realizavam alguma atividade empreen-
dedora até o momento da pesquisa. Essa taxa está relativamente próxima da
média histórica brasileira, que é de 12,72.” (1)
A GEM, pela primeira vez avaliou a taxa de intraempreendedorismo em 10 países, dos 43 que habitualmente realiza suas pesquisas sobre empreendedorismo.
O resultado foi surpreendente.
Antes, contudo vamos olhar um pouco essa pesquisa.




“A cada cem, meio brasileiro está entre esses caras (intraempreendedores): de uma amostra de duas mil pessoas entre 18 e 64 anos, apenas 0,55% foi classificada como intraempreendedora, contra 0,96% da média dos países. A Noruega tem a maior proporção (2,39%), seguida de Espanha, Holanda, Coréia do Sul, Chile, Brasil Uruguai, Peru, Letônia e Equador.” (2)
Uma pergunta não quer se calar: Porque o brasileiro, criativo de nascença, não consegue se transformar em um inovador e em intraempreendedor?
Será que as empresas, apesar de quererem intraempreededores, não estimulam seus colaboradores a sugerir e implementar inovações no ambiente empresarial?
Segundo Filion, na minha opinião o Papa do empreendedorismo, quanto maior a empresa, maior será a demanda de intraempreendedores.
Será que as empresas consideradas melhores para se trabalhar, aparecem no topo das brasileiras que mais estimulam o intraempreendedorismo? O SERASA, por exemplo, está em todas.
Por incrível que pareça, é a miopia empresarial de alguns empreendedores e dirigentes, o principal motivo para que potenciais inovadores (os criativos brasileiros) não sejam estimulados a se portarem como verdadeiros intraempreendedores. Infelizmente o brasileiro (empresário ou não) continua adepto do dito popular: manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Tá na hora de acordar, sob pena de não conseguirmos acompanhar os demais países denominados BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e perdermos essa oportunidade histórica que está prestes a acontecer.
____________________________________________________________________
(1) 2008 – Relatório sobre empreendedorismo – Global Entrepreneurship Monitor – Curitiba, 2009.
(2) Esse é o cara – Caderno Boa Chance – O Globo – 29/03/09
Você se considera um intraempreeendedor? Segundo a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), muito provavelmente você NÃO é!
“O projeto Global Entrepreneurship Monitor (GEM) no Brasil com-
pletou em 2008 nove anos de edição ininterrupta, constituindo-se em um
valioso acervo de informações que revelam detalhes sobre o comporta-
mento do empreendedor brasileiro. Com dados estatísticos comparados
com mais de 60 países participantes do projeto, a pesquisa contempla in-
formações que avaliam o processo de abertura de um empreendimento e
suas características, gerando índices que revelam tendências econômicas
e sociais que podem ser determinantes para tomadas de decisões.
Panorama mundial do Empreendedorismo em 2008
O Brasil ocupou a 13ª posição no ranking mundial de empreendedo-
rismo realizado pelo Global Entrepreneurship Monitor em 2008. A Taxa de
Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira foi de 12,02 o que sig-
nifica que de cada 100 brasileiros 12 realizavam alguma atividade empreen-
dedora até o momento da pesquisa. Essa taxa está relativamente próxima da
média histórica brasileira, que é de 12,72.” (1)
A GEM, pela primeira vez avaliou a taxa de intraempreendedorismo em 10 países, dos 43 que habitualmente realiza suas pesquisas sobre empreendedorismo.
O resultado foi surpreendente.
Antes, contudo vamos olhar um pouco essa pesquisa.




“A cada cem, meio brasileiro está entre esses caras (intraempreendedores): de uma amostra de duas mil pessoas entre 18 e 64 anos, apenas 0,55% foi classificada como intraempreendedora, contra 0,96% da média dos países. A Noruega tem a maior proporção (2,39%), seguida de Espanha, Holanda, Coréia do Sul, Chile, Brasil Uruguai, Peru, Letônia e Equador.” (2)
Uma pergunta não quer se calar: Porque o brasileiro, criativo de nascença, não consegue se transformar em um inovador e em intraempreendedor?
Será que as empresas, apesar de quererem intraempreededores, não estimulam seus colaboradores a sugerir e implementar inovações no ambiente empresarial?
Segundo Filion, na minha opinião o Papa do empreendedorismo, quanto maior a empresa, maior será a demanda de intraempreendedores.
Será que as empresas consideradas melhores para se trabalhar, aparecem no topo das brasileiras que mais estimulam o intraempreendedorismo? O SERASA, por exemplo, está em todas.
Por incrível que pareça, é a miopia empresarial de alguns empreendedores e dirigentes, o principal motivo para que potenciais inovadores (os criativos brasileiros) não sejam estimulados a se portarem como verdadeiros intraempreendedores. Infelizmente o brasileiro (empresário ou não) continua adepto do dito popular: manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Tá na hora de acordar, sob pena de não conseguirmos acompanhar os demais países denominados BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e perdermos essa oportunidade histórica que está prestes a acontecer.
____________________________________________________________________
(1) 2008 – Relatório sobre empreendedorismo – Global Entrepreneurship Monitor – Curitiba, 2009.
(2) Esse é o cara – Caderno Boa Chance – O Globo – 29/03/09
sexta-feira, 27 de março de 2009
Startup
Startup
Chega de Crise! Espero não escrever mais sobre ela.
Mas.....
Ontem, 26/03/09, o Jornal Nacional noticiou que “Números bons da economia brasileira foram divulgados nesta quinta-feira. A atividade do comércio no Brasil cresceu 3,9%, em fevereiro, na comparação com o mesmo mês no ano passado e, em janeiro, o ritmo de crescimento foi ainda maior: 5,1% em relação a 2008.
Segundo os números divulgados nesta quinta pela Serasa, na soma de janeiro e fevereiro, os setores que mais se destacaram foram eletroeletrônicos, móveis e informática. Também as vendas nos supermercados subiram, em fevereiro, na comparação com 2008, mas, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, foram menores do que em janeiro.” (1)
Infelizmente continuamos com nossa cabeça na crise e, defensivamente, podemos instaurá-la, antes do tempo, no Brasil. Cuidado!
No momento estou lendo um livro e, claro, estimulando as editoras, cujo título é Startup de Jéssica Livingston (Agir Editora – 2009).
A autora entrevistou Steve Wozniak (Apple Computer), Mike Lazaridis (Research I Motion – criadora do BlackBerry), Sabeer Bhatia (Hotmail), Evan Williams (Pyra Labs – Blogger.com), Tim Brady (Yahoo!), Charles Geschke (Adobe Systems) dentre outras feras que perseguiram seus sonhos.
Para que não sabe, startup são empresas em estágio inicial que deixaram de ser empresas semente (estágio anterior a sua abertura). O livro procurou identificar um pouco da história que antecedeu ao sucesso dessas pessoas e de suas empresas. Uma coisa interessante, no caso da Apple o entrevistado não foi o Steve Jobs (como de praxe) e sim o expert em tecnologia (e que quase não é lembrado) Wozniak
Apesar de não ter concluído a leitura, algumas atitudes são comuns a esses ícones do mundo dos negócios.
Vejamos algumas:
• Obstinação;
• Persistência;
• Flexibilidade (o formato inicial de seus produtos sofreram alterações antes de se tornarem sucesso);
• Visão (capacidade de visualizar uma coisa que ainda não existe)
• Foram além do relevante para época (enquanto as pessoas continuavam realizando trabalhos que eram importantes para época, eles optaram por ler o futuro e foram atrás de seus sonhos);
• Alguns descobriram suas habilidades na adolescência e tomaram a sábia decisão de desenvolvê-las. Fico imaginando a importância que alguns professores tiveram (ou deveriam ter) em manter acessa essa chama. E eu costumo dizer que o sucesso do trabalho de um professor é auxiliar no sucesso de seus alunos – que responsabilidade!);
• Coragem de fazer algo inexistente.
Vale a pena ler esse livro e relê-lo de vez em quando para relembrar essas atitudes de pessoas visionárias que se tornaram um estrondoso sucesso.
Uma lição eu já tirei para mim e passo a compartilhá-la:
Podemos realizar nossos sonhos, mesmo que eles estejam adiante de nosso tempo.
Basta querer.
___________________________________________________________________________________
(1) Disponível em http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1060570-10406,00-NUMEROS+BONS+DA+ECONOMIA+BRASILEIRA+SAO+DIVULGADOS.html acessado em 27/03/09
Chega de Crise! Espero não escrever mais sobre ela.
Mas.....
Ontem, 26/03/09, o Jornal Nacional noticiou que “Números bons da economia brasileira foram divulgados nesta quinta-feira. A atividade do comércio no Brasil cresceu 3,9%, em fevereiro, na comparação com o mesmo mês no ano passado e, em janeiro, o ritmo de crescimento foi ainda maior: 5,1% em relação a 2008.
Segundo os números divulgados nesta quinta pela Serasa, na soma de janeiro e fevereiro, os setores que mais se destacaram foram eletroeletrônicos, móveis e informática. Também as vendas nos supermercados subiram, em fevereiro, na comparação com 2008, mas, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, foram menores do que em janeiro.” (1)
Infelizmente continuamos com nossa cabeça na crise e, defensivamente, podemos instaurá-la, antes do tempo, no Brasil. Cuidado!
No momento estou lendo um livro e, claro, estimulando as editoras, cujo título é Startup de Jéssica Livingston (Agir Editora – 2009).
A autora entrevistou Steve Wozniak (Apple Computer), Mike Lazaridis (Research I Motion – criadora do BlackBerry), Sabeer Bhatia (Hotmail), Evan Williams (Pyra Labs – Blogger.com), Tim Brady (Yahoo!), Charles Geschke (Adobe Systems) dentre outras feras que perseguiram seus sonhos.
Para que não sabe, startup são empresas em estágio inicial que deixaram de ser empresas semente (estágio anterior a sua abertura). O livro procurou identificar um pouco da história que antecedeu ao sucesso dessas pessoas e de suas empresas. Uma coisa interessante, no caso da Apple o entrevistado não foi o Steve Jobs (como de praxe) e sim o expert em tecnologia (e que quase não é lembrado) Wozniak
Apesar de não ter concluído a leitura, algumas atitudes são comuns a esses ícones do mundo dos negócios.
Vejamos algumas:
• Obstinação;
• Persistência;
• Flexibilidade (o formato inicial de seus produtos sofreram alterações antes de se tornarem sucesso);
• Visão (capacidade de visualizar uma coisa que ainda não existe)
• Foram além do relevante para época (enquanto as pessoas continuavam realizando trabalhos que eram importantes para época, eles optaram por ler o futuro e foram atrás de seus sonhos);
• Alguns descobriram suas habilidades na adolescência e tomaram a sábia decisão de desenvolvê-las. Fico imaginando a importância que alguns professores tiveram (ou deveriam ter) em manter acessa essa chama. E eu costumo dizer que o sucesso do trabalho de um professor é auxiliar no sucesso de seus alunos – que responsabilidade!);
• Coragem de fazer algo inexistente.
Vale a pena ler esse livro e relê-lo de vez em quando para relembrar essas atitudes de pessoas visionárias que se tornaram um estrondoso sucesso.
Uma lição eu já tirei para mim e passo a compartilhá-la:
Podemos realizar nossos sonhos, mesmo que eles estejam adiante de nosso tempo.
Basta querer.
___________________________________________________________________________________
(1) Disponível em http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1060570-10406,00-NUMEROS+BONS+DA+ECONOMIA+BRASILEIRA+SAO+DIVULGADOS.html acessado em 27/03/09
terça-feira, 10 de março de 2009
Atitudes vitaminadas para aproveitar a crise
Atitudes vitaminadas para aproveitar a crise
Não gostaria de ressaltar a crise, antes, contudo, prefiro identificar algumas atitudes que podem transformar esse momento em oportunidades de crescimento.
Claro que, para prosperar nesse momento delicado, precisamos de Conhecimentos.
É obvio que, para surfar em mares turbulentos, precisamos de Habilidades.
Creia, são e serão as Atitudes que fazem e farão a diferença.
Vejamos algumas atitudes vitaminadas:
Seja pró-ativo: Vá além da iniciativa. Planeje, seja ágil, identifique as variáveis de seu trabalho, procure entender o que esperam de seu trabalho e vá além, participe (se for chamado, é claro) dando sugestões de melhorias não apenas em sua área. Veja e sinta a empresa como um todo.
Seja resiliente: A palavra resiliência é “derivada da física, ela significa a propriedade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos a um grande esforço, voltando ao seu estado original sem qualquer deformação”. (1)
O que acontece se você retorcer uma esponja, pisá-la, amassá-la e depois soltá-la? Ela volta ao seu estado normal. Precisamos ser resilentes para suportar pressões, os descasos e até as injustiças.
Seja um bom ouvinte: A hora exige de nós uma enorme capacidade de ouvir, entender e aproveitar a força da diversidade. Não é por acaso que você tem uma boca, dois olhos e dois ouvidos.
Seja empático: Coloque-se no lugar do outro, procure entendê-lo. Sabiamente Jesus nos ensinou a fazer com os outros aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. Empatia e canja de galinha não fazem mal a ninguém.
Seja fiel aos valores: Esse momento vai passar e você deve dormir com a consciência tranquila. Veja se é possível alinhar seus valores pessoais aos da empresa. Não se esqueça, contudo, que muitos vão, por questão de sobrevivência, procurar manter seus empregos sem se preocupar com os demais. Muitas vezes os valores serão esquecidos em detrimento da manutenção do emprego. Fique esperto!
Transforme problemas em oportunidades: Esse é o melhor momento para identificar oportunidades. Olhe o problema com outros olhos. Questione, use sua intuição e sua criatividade.
Reveja seu plano de carreia: É provável que seu plano de carreira, no curto prazo, tenha que ser revisto e adaptado. Faça isso, sem perder de vista as metas de médio e longo prazo.
Evite o negativismo: Ninguém gosta de viver ao lado de pessoas pessimistas e negativistas. Evite esses comportamentos ao máximo. Lembre-se que você se transforma naquilo que pensa com mais intensidade.
Tenha senso de urgência: O momento exige uma excepcional administração do tempo. Priorize e não perca tempo com coisas desnecessárias. Seja rápido, sem perder a qualidade. Lembre-se dos coletores de resíduos, mais conhecidos como garis, eles possuem um aguçado senso de urgência.
Crie: “Entre todas las habilidades humanas, la creatividad puede ser considerada una de las más importantes aptitudes. Es la creatividad inteligente la principal responsable de las transformaciones que el hombre hace en si mismo y en la naturaleza que le rodea. Tanto es así que, nada es construido o inventado sin que se utilice de la creatividad. Cuando pasan por alguna necesidad o cuando se chocan con problemas, para los cuales
aparentemente no existe solución, las personas lanzan mano de la creatividad. Y es que
en numerosas ocasiones la creatividad surge de la necesidad”. (2)
Portanto, tire a CRIsE da cabeça, CRIE!
Nunca se esqueça que as pessoas são contratadas por suas competências (CHA – conhecimentos, habilidades e atitudes) e demitidas por suas atitudes.
Ouse! Mude suas atitudes restritivas!
(1) Navarro, Leila – O que a universidade não ensina e o mercado exige – Editora Saraiva, 2006.
(2) Praun, Andréa Gonçalves e Torre, Saturnino de la - CREATIVIDAD Y ARTE. UN NUEVO CAMINO PARA LA INCLUSIÓN SOCIAL - Revista Creatividad y Sociedad.Nº 9 (2006)
Não gostaria de ressaltar a crise, antes, contudo, prefiro identificar algumas atitudes que podem transformar esse momento em oportunidades de crescimento.
Claro que, para prosperar nesse momento delicado, precisamos de Conhecimentos.
É obvio que, para surfar em mares turbulentos, precisamos de Habilidades.
Creia, são e serão as Atitudes que fazem e farão a diferença.
Vejamos algumas atitudes vitaminadas:
Seja pró-ativo: Vá além da iniciativa. Planeje, seja ágil, identifique as variáveis de seu trabalho, procure entender o que esperam de seu trabalho e vá além, participe (se for chamado, é claro) dando sugestões de melhorias não apenas em sua área. Veja e sinta a empresa como um todo.
Seja resiliente: A palavra resiliência é “derivada da física, ela significa a propriedade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos a um grande esforço, voltando ao seu estado original sem qualquer deformação”. (1)
O que acontece se você retorcer uma esponja, pisá-la, amassá-la e depois soltá-la? Ela volta ao seu estado normal. Precisamos ser resilentes para suportar pressões, os descasos e até as injustiças.
Seja um bom ouvinte: A hora exige de nós uma enorme capacidade de ouvir, entender e aproveitar a força da diversidade. Não é por acaso que você tem uma boca, dois olhos e dois ouvidos.
Seja empático: Coloque-se no lugar do outro, procure entendê-lo. Sabiamente Jesus nos ensinou a fazer com os outros aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. Empatia e canja de galinha não fazem mal a ninguém.
Seja fiel aos valores: Esse momento vai passar e você deve dormir com a consciência tranquila. Veja se é possível alinhar seus valores pessoais aos da empresa. Não se esqueça, contudo, que muitos vão, por questão de sobrevivência, procurar manter seus empregos sem se preocupar com os demais. Muitas vezes os valores serão esquecidos em detrimento da manutenção do emprego. Fique esperto!
Transforme problemas em oportunidades: Esse é o melhor momento para identificar oportunidades. Olhe o problema com outros olhos. Questione, use sua intuição e sua criatividade.
Reveja seu plano de carreia: É provável que seu plano de carreira, no curto prazo, tenha que ser revisto e adaptado. Faça isso, sem perder de vista as metas de médio e longo prazo.
Evite o negativismo: Ninguém gosta de viver ao lado de pessoas pessimistas e negativistas. Evite esses comportamentos ao máximo. Lembre-se que você se transforma naquilo que pensa com mais intensidade.
Tenha senso de urgência: O momento exige uma excepcional administração do tempo. Priorize e não perca tempo com coisas desnecessárias. Seja rápido, sem perder a qualidade. Lembre-se dos coletores de resíduos, mais conhecidos como garis, eles possuem um aguçado senso de urgência.
Crie: “Entre todas las habilidades humanas, la creatividad puede ser considerada una de las más importantes aptitudes. Es la creatividad inteligente la principal responsable de las transformaciones que el hombre hace en si mismo y en la naturaleza que le rodea. Tanto es así que, nada es construido o inventado sin que se utilice de la creatividad. Cuando pasan por alguna necesidad o cuando se chocan con problemas, para los cuales
aparentemente no existe solución, las personas lanzan mano de la creatividad. Y es que
en numerosas ocasiones la creatividad surge de la necesidad”. (2)
Portanto, tire a CRIsE da cabeça, CRIE!
Nunca se esqueça que as pessoas são contratadas por suas competências (CHA – conhecimentos, habilidades e atitudes) e demitidas por suas atitudes.
Ouse! Mude suas atitudes restritivas!
(1) Navarro, Leila – O que a universidade não ensina e o mercado exige – Editora Saraiva, 2006.
(2) Praun, Andréa Gonçalves e Torre, Saturnino de la - CREATIVIDAD Y ARTE. UN NUEVO CAMINO PARA LA INCLUSIÓN SOCIAL - Revista Creatividad y Sociedad.Nº 9 (2006)
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Crise ou oportunidade?
Crise ou oportunidade?
É... a crise chegou! Falamos tanto dela que ela se materializou, como num passe de mágica.
Mas que crise é esta?
Será que ela é fruto da redução no vigor da economia por problemas de mercado?
Ou será que ela foi provocada pela expectativa dos empresários na proteção da empresas?
Como não sou economista, sinto-me à vontade para comentar o que, sob a minha ótica, está acontecendo.
Lembro-me que quando o Lula foi eleito pela primeira vez eu estava fazendo consultoria para uma Câmara de Comércio Exterior. Naquela ocasião alguns colaboradores de empresas associadas foram chamados para traçar um cenário para o próximo ano – ano da posse do novo presidente. Para alguns – talvez uma maioria – o governo Lula poderia colocar em risco o plano Real. Resultado: todos pararam os incrementos previstos para crescimento e passaram a ter uma atitude defensiva. O dólar foi ao céu!
A economia pós Fernando Henrique seguiu a cartilha do real.
Antes mesmo do Lula, a política econômica vinha, e ainda vem, privilegiando os investimentos externos em ativos voláteis – tipo mercado financeiro. Bom para uma situação estável, temeroso em um momento de espera “pra ver o que vai acontecer”.
Creio que nossa crise, neste momento, é defensiva (no futuro próximo será efetiva).
Os empresários e muitos colaboradores pisaram no freio de seus gastos: o resultado óbvio é a redução no nível de investimentos.
Sabiamente, eles estão aproveitando o momento para realizar alguns ajustes de “caixa” que não puderam fazer diante do potencial crescimento da economia brasileira. Espero, ao menos, que eles tenham descoberto que são as pessoas que fazem à diferença.
Quem está comprando dólares? Claro: os investidores externos que estão vendendo suas posições no Brasil em busca de aplicações com menos risco. Sem falar nos especuladores que saíram da bolsa para comprar e vender dólares.
O governo tem afirmado que vai manter o PAC , o que é ótimo na geração de emprego e renda – ativos escassos em momentos de crise.
No país do Tio Sam, a solução foi, além de suportar os conglomerados financeiros e imobiliários, a criação de um americam pac, onde os investimentos foram direcionados na reforma de prédios públicos e na instalação de equipamentos para geração de energia renovável e pouco agressiva ao meio ambiente. Os europeus não possuem alternativas muito diferentes. Por lá, como nos Estados Unidos, como tudo já está feito as soluções são difíceis de serem implementadas.
Uma lição já pode ser aprendida: as economias são dependentes, portanto, o mundo é um só.
E o nosso PAC? Precisamos aproveitar e fazer o que falta: reduzir impostos (veja o efeito da redução no IPI nos carros), melhorar as estradas e os portos, expandir a rede de saneamento básico, ampliar a malha ferroviária e hidroviária, construir armazéns, construir moradias populares, ou seja, gerar emprego e reduzir um pouco o famigerado custo Brasil.
Como gestor, gostaria de fazer um alerta: cuidado com o foco exclusivo na gestão do curto prazo, ela pode inviabilizar o futuro. As decisões, por exemplo, de protelar a renovação de máquinas e equipamentos podem atrasar o crescimento do amanhã.
Honestamente creio que podemos sair fortalecidos dessa crise se tomarmos as medidas corretas. Felizmente, a crise ainda demora um pouco, não muito, a desembarcar nas terras brasileiras.
O momento brasileiro é de oportunidade!
É... a crise chegou! Falamos tanto dela que ela se materializou, como num passe de mágica.
Mas que crise é esta?
Será que ela é fruto da redução no vigor da economia por problemas de mercado?
Ou será que ela foi provocada pela expectativa dos empresários na proteção da empresas?
Como não sou economista, sinto-me à vontade para comentar o que, sob a minha ótica, está acontecendo.
Lembro-me que quando o Lula foi eleito pela primeira vez eu estava fazendo consultoria para uma Câmara de Comércio Exterior. Naquela ocasião alguns colaboradores de empresas associadas foram chamados para traçar um cenário para o próximo ano – ano da posse do novo presidente. Para alguns – talvez uma maioria – o governo Lula poderia colocar em risco o plano Real. Resultado: todos pararam os incrementos previstos para crescimento e passaram a ter uma atitude defensiva. O dólar foi ao céu!
A economia pós Fernando Henrique seguiu a cartilha do real.
Antes mesmo do Lula, a política econômica vinha, e ainda vem, privilegiando os investimentos externos em ativos voláteis – tipo mercado financeiro. Bom para uma situação estável, temeroso em um momento de espera “pra ver o que vai acontecer”.
Creio que nossa crise, neste momento, é defensiva (no futuro próximo será efetiva).
Os empresários e muitos colaboradores pisaram no freio de seus gastos: o resultado óbvio é a redução no nível de investimentos.
Sabiamente, eles estão aproveitando o momento para realizar alguns ajustes de “caixa” que não puderam fazer diante do potencial crescimento da economia brasileira. Espero, ao menos, que eles tenham descoberto que são as pessoas que fazem à diferença.
Quem está comprando dólares? Claro: os investidores externos que estão vendendo suas posições no Brasil em busca de aplicações com menos risco. Sem falar nos especuladores que saíram da bolsa para comprar e vender dólares.
O governo tem afirmado que vai manter o PAC , o que é ótimo na geração de emprego e renda – ativos escassos em momentos de crise.
No país do Tio Sam, a solução foi, além de suportar os conglomerados financeiros e imobiliários, a criação de um americam pac, onde os investimentos foram direcionados na reforma de prédios públicos e na instalação de equipamentos para geração de energia renovável e pouco agressiva ao meio ambiente. Os europeus não possuem alternativas muito diferentes. Por lá, como nos Estados Unidos, como tudo já está feito as soluções são difíceis de serem implementadas.
Uma lição já pode ser aprendida: as economias são dependentes, portanto, o mundo é um só.
E o nosso PAC? Precisamos aproveitar e fazer o que falta: reduzir impostos (veja o efeito da redução no IPI nos carros), melhorar as estradas e os portos, expandir a rede de saneamento básico, ampliar a malha ferroviária e hidroviária, construir armazéns, construir moradias populares, ou seja, gerar emprego e reduzir um pouco o famigerado custo Brasil.
Como gestor, gostaria de fazer um alerta: cuidado com o foco exclusivo na gestão do curto prazo, ela pode inviabilizar o futuro. As decisões, por exemplo, de protelar a renovação de máquinas e equipamentos podem atrasar o crescimento do amanhã.
Honestamente creio que podemos sair fortalecidos dessa crise se tomarmos as medidas corretas. Felizmente, a crise ainda demora um pouco, não muito, a desembarcar nas terras brasileiras.
O momento brasileiro é de oportunidade!
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